Nos velhos carnavais de ruas, na minha adolescência, Alagoa Grande (e a aprazível lagoa do Paó em seu centro)) era a minha VILA ESPERANÇA repleta de foliões, blocos e troças - em fervente animação.
20 fevereiro 2023
Saudades dos VELHOS CARNAVAIS de Minha Adolescência em ALAGOA GRANDE(PB)
Nos velhos carnavais de ruas, na minha adolescência, Alagoa Grande (e a aprazível lagoa do Paó em seu centro)) era a minha VILA ESPERANÇA repleta de foliões, blocos e troças - em fervente animação.
13 fevereiro 2021
PÓS-PANDEMIA ─ A Mais Nova Utopia no Reino de Momo
A expressão ─ “as coisas vão melhorar depois da pandemia!” ─, de tanto ser usada e abusada, já virou clichê entre nós. Vivo fosse, Jung diria que na atualidade mais um arquétipo teria sido introduzido no inconsciente coletivo, o ARQUÉTIPO do FIM da PANDEMIA de CORONAVÍRUS, uma espécie de sucedâneo do arquétipo do Fim do Mundo ou Batalha Final do Armagedon de que falou o apóstolo João no último livro do Novo Testamento Bíblico ─ o APOCALIPSE.
As principais armas que temos para enfrentar o Covid-19 (vírus, que agora dá dribles e mais dribles nos cientistas formuladores de vacinas), são o uso de máscara, o não aglomerar-se e o distanciamento social. Como obedecer a esse simples trio preventivo, se a massa e a elite alienada já começaram, com todo gás, a campanha presidencial de 2022?
Campanha que é campanha pra valer, nesse nosso mundo de idolatria e fanatismo, não pode prescindir dos abraços, dos beijos, dos apertos de mãos e do rosto liso sem as máscaras que atrapalham o tempo todo, impedindo os louvores, os brados “patrióticos” da insensatez, além dos afagos mais íntimos face a face.
Há 12 dias, a comemoração da eleição dos novos presidentes da Câmara e do Senado foi um verdadeiro festival de aglomerações, de abraços, de apertos de mãos, conversas ao pé do ouvido. Parecia mais as torcidas inflamadas comemorando o desfile de suas agremiações no Sambódromo do Rio.
Por falar em carnaval, dizem que esse ano não haverá comemorações nos três dias dedicados a Momo.
Verdadeiro ou Falso?.
Na realidade, o carnaval mudou apenas de local, as avenidas e os sambódromos foram trocados pelas praias lotadas, pelas festanças secretas em condomínios e quintais de casa, sem falar nas bem vigiadas aglomerações promovidas pelos políticos à caça de votos.
E o Covid-19, que não tem nada de bobo, se infiltra na UTOPIA Carnavalesca para atacar com seus mais variados passes de samba, agora denominados ‘VARIANTES’ (ou novas cepas).
Não vamos tapar o sol com a peneira, mas todo mundo sabe que há em nossa pátria tupiniquim uma elite política radical ridicularizando, o tempo todo, o uso de máscaras, incentivando as aglomerações e o desprezo pelo distanciamento social.
Não esperava que poderosos e idolatrados guias de nossa pátria mãe gentil, que deveriam ser os primeiros a dar exemplo de sensatez fossem, indiretamente, tão solícitos em associar-se ao devastador Covid-19, naquilo que o vírus mais necessita para difundir seu mortal veneno.
Por Levi B. Santos.
Guarabira, 13 de fevereiro de 2021
P.S.:
A propósito, já que estamos a falar de PANDEMIA, MEDIDAS PREVENTIVAS, UTOPIA, CARNAVAL,“VARIANTES” e APOCALIPSE ─, espero que não se assustem ao acessarem o LINK abaixo:
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/02/11/variante-varrera-o-mundo-e-trabalho-contra-covid-levara-10-anos-diz-cientista
04 março 2019
TERRA DE VERA CRUZ E SEU PRIMEIRO CARNAVAL (Um Pouco de Nossa História Lúdica)
08 fevereiro 2018
O Samba "Politicamente Incorreto" de Stanislaw Ponte Preta
A atitude excêntrica dos que organizavam a vida social era totalmente tresloucada ― um total paradoxo com o que se tinha, anteriormente, como habitual no Brasil.
Inclusive, como acréscimo ao brilhante ensaio da doutora Berenice Cavalcanti (Professora de História da PUC) na revista "Nossa História" (outubro de 2004) -, garimpamos dois elementos preciosos que destacam o gênio e a sutileza de Sérgio Porto: Quando ele se refere ao sobrenome "SILVA", faz alusão ao Presidente da República, Artur da Costa e Silva, que não por acaso, foi escolhido para governar o país em pleno carnaval de 1967. Para avivar a nossa memória, foi da pena desse General que saiu o famigerado AI.5 que, praticamente, pôs fim a liberdade de imprensa no país.
06 maio 2016
A República de Volta ao Éden
Numa época de grave crise moral, política, ética e econômica em que sentimentos, os mais diversos, inflamam corações, não custa nada recorrermos a um pouco de humor para amenizar a febre que, de forma pendular, nos faz passear para lá e pra cá revisitando os polos de nossa natureza contraditória ou paradoxal, sem se fixar em nenhum deles.
17 abril 2015
A Mesclagem das Procissões Religiosas com o Carnaval de Rua no Brasil Colônia
Guarabira, 15 de fevereiro de 2012
Fonte de Referência: José Gomes Tinhorão ― “As Festas no Brasil Colonial” ― Editora 34









